“Uma aula de história”

                    A Escola Estadual “Daniel Martins Moura” situa-se à Avenida. Deputado Emanuel Pinheiro, 2.700 CEP: 78.720.400, Jardim Modelo, Distrito de Vila Operária, que tem aproximadamente 39 bairros com uma população estimada em 60.000 habitantes e fica distante do centro da cidade cerca de três Km. Atendemos alunos de quase todos esses bairros. Nossa clientela faz parte da classe média baixa, que na sua grande maioria residem nesses bairros e se deslocam para o centro durante o dia para trabalhar. Embora existam aqui todos os tipos de comércio, a comunidade acha-se servida por considerável número de casas comerciais de secos e molhados, açougue, farmácias, várias cerâmicas (olarias), serrarias, serralharias, marcenarias, bares, salões de belezas, sorveterias, uma agência da SANEAR e uma casa lotérica. Não podemos esquecer o pavilhão da feira livre, onde todos os domingos reúnem-se comerciantes e pequenos agricultores para comercializarem seus produtos hortifrutigranjeiros. Contamos ainda, com um posto policial (5º Batalhão da Polícia Militar), embora não consigam combater o alto índice de criminalidade existente em nossa região, o que gera uma das principais dificuldades enfrentadas por todos que aqui vivem ou trabalham.
.     Em relação à assistência médica o distrito da grande Vila Operária possui vários PSFs, além de uma Policlínica, equipada com aparelho de raio x, que suprem as necessidades dos moradores. Os Postos de Saúde tem como principais atividades: vacinação, coleta de materiais de prevenção ao câncer, pré-natal, extração de dente, distribuição de leite em pó, preservativo e alguns tipos de medicamentos.
       Em relação ao lazer existem no Distrito:
·         02 Salões de Festas;
·         01 Praça com quadra poli esportiva;
·         01 Campo de Futebol.
                   Devido às migrações não só de Vila Operária, toda Rondonópolis possui um folclore muito diversificado que é representado por:
·         Festas Juninas;
·         Festas Religiosas;
·         Danças como: street dance, hip hop, rasqueado, forró, dança gaúcha etc.
A Escola Estadual Daniel Martins Moura é uma escola pública de referência em qualidade de educação, que busca, cada vez mais, atender à comunidade,oferecendo-lhe conhecimentos sistematizados e resgatando a sua cidadania.
 Iniciou com 04 turmas, sendo duas 5ª e duas 6ª séries que  funcionavam no Centro Social João XXIII como salas anexas da Escola  Estadual Deputado Emanuel Pinheiro. Em 18 de maio de mil novecentos e setenta e três, a escola foi inaugurada pelo Excelentíssimo Senhor Governador do Estado, José Fragelli e delegado de ensino Dr. Ney Vilela com o nome de Centro Educacional Daniel Martins Moura, sendo o terreno doado pelo 1º Prefeito eleito de Rondonópolis, o Sr. Daniel Martins Moura o qual passou a ser o patrono da escola.. Como marco da honrosa presença governamental, foi plantado no pátio da escola um pé de cedro, que existe até a data de hoje. Sendo designado para diretor o Professor JOÃO DE PAULA VALIM que a administrou de 1973 a 1979. No ano seguinte assume a direção da escola o Professor CARLOS ALVES PEREIRA, que ficou no cargo até 1983. Em 1984, reassumiu a Direção o Professor JOÃO DE PAULA VALIM permanecendo até 1987. Sendo auxiliar de Direção de 1973 a 1986, a professora DARCE GOMES ARAÚJO (in memória).
       Em 1978, foi criado o curso Magistério sob o número do reconhecimento n° 3 277 em 15/12/1992  no Diário Oficial de 29 de dezembro de 1992.  O Curso Propedêutico autorizado pela Resolução 181/85 e reconhecido pela Portaria n° 5 428/91 no Diário Oficial de 01/11/1991.
Há alguns anos discutia-se a eleição para diretores de escola. Em 1988, concretizou-se este objetivo, com a posse do 1° diretor eleito, o Professor GERALDO JOSÉ DE OLIVEIRA, ocupando o cargo até dezembro de 1989. No ano seguinte, foi eleito o 5° diretor, o Professor JAIR SEVERO DUARTE permanecendo no cargo até 1991. Iniciando o ano de 1992 assumiu a Direção a Professora MARI LUCI IANES BITENCOURT que administrou até 1996 sendo a 6ª diretora. O 7° diretor, foi o professor VALDO BENEVIDES DA FONSECA, que  assumiu a direção  no período de 1997  até agosto do  mesmo ano, quando assumiu  interinamente o 8° diretor o professor NEWTON RAMOS DOS SANTOS  até fins de 1998, neste mesmo ano foi implantado o Programa do CBA – Ciclos Básico de Alfabetização, pela SEDUC / MT. No período de 1999 a 2000, o Professor NEWTON RAMOS DOS SANTOS permanece a frente da direção da escola, desta vez eleito pela comunidade. O marco desta Gestão ( 1999) foi o fim do Curso Magistério e, em 2000 , foi   implantada, pela SEDUC, a Escola Ciclada. A Professora DULCINÉIA BERNARDELLI DE SOUSA, eleita por dois mandatos administrou a escola no período de 2001 a 2005, como a 10ª diretora. De 2006 a 2007 o Professor NEWTON RAMOS DOS SANTOS foi eleito o 11° diretor. E, no biênio atual, de 2008 a 2009, novamente foi reeleita a Professora DULCINÉIA BERNARDELLI DE SOUSA. como a 12ª diretora. MARCO TÚLIO MARTINS DASILVA é eleito o 13º diretor da escola para o biênio 2010-2011
Hoje, a escola conta com 4 pavilhões sendo: 1° Pavilhão com 3 salas administrativas     ( Secretaria, Laboratório de Informática, Coordenação e sala da Direção); 2° Pavilhão com 5 salas de aula e 1 sala de reforço; 3° Pavilhão com 5 salas de aula e 1 sala com Laboratório de Ciências da Natureza  e o 4° Pavilhão com 8 salas de aula.
Atualmente a escola conta com a seguinte estrutura física: 01 sala de professor, 01 biblioteca, 01 Sala de TV e vídeo, 01 Auditório, 01 Almoxarifado, 01 Depósito material limpeza, 01 Despensa, 01 Refeitório, 01 Quadra de esportes coberta, 01 Cozinha, 01 Cantina, 01 Área de serviço, 02 Sanitário dos funcionários, 18 Sanitário dos alunos.
Depois de algumas discussões com a comunidade escolar e também atendendo a um desejo da SEDUC, a escola passa pelo processo de Polarização gradativa. No ano de 2009, a escola passou a ofertar apenas o 3º Ciclo e o Ensino Médio.
1) Identificação da Escola.
 
Nome: Escola Estadual Daniel Martins Moura
Fundação: Fundada no dia 18 de maio de 1973.
Endereço: Avenida Deputado Emanuel Pinheiro nº. 2700.  CEP 78720 400.
Modalidades atendidas: Ensino Médio Regular, Ensino Médio Semestral e Ensino Fundamental (3° Ciclo).
Nº de turmas: Matutino (18), Vespertino (16), Noturno (16)
Total de Turmas: 50

Total de Alunos: 1658
N° de Coordenadores Pedagógicos: 03
Profissionais da educação: 95, sendo:
Professores: 67
Funcionários: 28

2) Caracterização / Perfil
            A Escola Estadual Daniel Martins Moura atende a uma grande variedade de alunos. Temos no interior da nossa escola alunos representantes de vários extratos sociais, desde o mais simples (alguns têm dificuldade no transporte, na compra do uniforme etc.) aos alunos pertencentes à classe média baixa, filhos de funcionários públicos, comerciantes, entre outros.
            A comunidade em que estão inseridos nossos alunos é uma região de trabalhadores, existindo aqui poucas oportunidades de trabalho o que faz com que as pessoas que vivem nesta região procurem trabalho no centro da cidade.
            A escola oferece, nos contra turnos para os alunos, aulas de reforço ministradas por alguns professores, fazendo uso de sua hora atividade para atender alunos com dificuldade na aprendizagem. Quanto à participação e ao acompanhamento dos pais, isso é feito através de reuniões e, sempre que necessário, a escola chama os pais para ajudar na resolução dos problemas do cotidiano da escola.
            A escola mantém parceria com a ONG Junior Achiviement e com a orientação dela nossos alunos aprendem a montar e gerenciar uma microempresa, bem como noções básicas de Administração. Além disso, mantemos parceria com a UFMT e outras faculdades que com seus estagiários, tem o espaço escolar para desenvolver seus trabalhos e, em muitos casos, fazendo intervenções com alunos e professores. Contamos ainda com programa educacional “MT Preparatório”, com aulas preparatórias para exames seletivos tais como: vestibulares e ENEM. A escola possui também parceria com a Polícia Militar no que diz respeito à ronda escolar e outros serviços prestados como palestras preventivas.
            O Conselho Deliberativo colabora nas tomadas de decisão tanto na questão financeira quanto pedagógica, visando sempre o bem estar da comunidade escolar e a melhoria do processo ensino e aprendizagem.
FILOSOFIA DA ESCOLA
Os princípios filosóficos, nos quais esta Escola se fundamenta, concebem a sociedade capitalista como contraditória. E o homem como ser histórico e agente da história.
            Logo, como o fim da educação é o preparo do homem para o trabalho e o exercício da cidadania, esta escola, propõe um trabalho pedagógico comprometido com a formação do cidadão consciente, capaz de compreender, atuar e transformar a sociedade.
            Desta feita, os princípios desta escola se resumem em: Luta pela democratização do ensino e, consequentemente, uma sociedade onde o capital não seja o fim, mas sim o meio para atingir o fim, sendo que o fim seja o social.
VISÃO ESTRATÉGICA
NOSSOS VALORES:
·        Trabalho Coletivo: Resgatamos o trabalho coletivo, através de uma ação administrativa com a participação de toda comunidade escolar nas decisões do processo educativo, a fim de consolidar novos projetos na escola.
·        Compromisso Ético: Promovemos a valorização do ser humano, para resgatar o respeito mútuo e a dignidade de cada segmento da escola, no intuito de amenizar nossos problemas de gestão.
·        Inovação: Incentivamos a criatividade, baseada nas inovações pedagógicas para assegurarmos a qualidade do processo ensino-aprendizagem para nossos alunos.
NOSSA VISÃO DE FUTURO:
·        Nossa missão é proporcionar aos nossos alunos uma formação de qualidade que venha contribuir como mais um instrumento na busca de melhores condições de vida, preparando-os para o exercício da cidadania e os desafios do mundo moderno, numa sociedade mais igualitária.
NOSSA MISSÃO:
·        Nossa missão é proporcionar aos nossos alunos uma formação de qualidade que venha contribuir como mais um instrumento na busca de melhores condições de vida, preparando-os para o exercício da cidadania e os desafios do mundo moderno, numa sociedade mais igualitária.
NOSSOS OBJETIVOS ESTRATÉGICOS:
·        Fortalecer a gestão participativa de processo;
·        Elevar o índice de aprendizagem dos nossos alunos;
·        Envolver os pais nas atividades promovidas pela escola.

INTERPRETAÇÃO DO LEMA
A expressão: Libertar, empregada no lema desta Escola, não está aqui entendida tal como os ideais do liberalismo, do homem “livre” para fazer o que quer e, consequentemente, de homem individual, isto é, “livre, mas sim está entendida no sentido de liberdade de pensamento e ação do respeito pelos direitos humanos”.
Diante disso, “Educar para Libertar”, implica na concepção de educação enquanto um dos instrumentos de mediação no sentido de negação da estrutura de classe e da supressão da dominação econômica, onde o homem passa a ser entendido como “Síntese das relações sociais” (Gramisci).
ELABORAÇÃO DO EMBLEMA
Quanto ao emblema, o seu círculo “dentado” refere-se à preparação para o trabalho, isto porque ele representa o avanço da tecnologia. E para continuação deste avanço é preciso que a Escola prepare o aluno para a realização da práxis.
Desta feita, este símbolo do emblema expressa o compromisso da Escola com relação à preparação para o trabalho aqui entendido como sendo “toda e qualquer atividade que visa à transformação das relações do homem com a natureza e com os outros homens”.
Logo a própria alfabetização já é um processo de trabalho. Assim, sendo preparar o trabalho aqui não se restringe à profissionalização e sim constitui em uma responsabilidade que se estende a todos os componentes curriculares, na medida em que estes buscam garantir ao estudante o domínio dos conhecimentos científicos.
Com relação à corujinha, que se encontra no centro do círculo dentado, esta simboliza a inteligência, simboliza a preocupação da Escola no que se refere ao desenvolvimento intelectual, ao desenvolvimento do pensamento.
NOSSO LEMA
            “Educar para libertar”
                              CONCEPÇÕES PEDAGÓGICAS
1)    – Função Social da Escola
Proporcionar ao aluno acesso ao conhecimento sistematizado e, a partir deste, a produção de novos conhecimentos. Preocupar-se com a formação de um cidadão consciente e participativo na sociedade em que está inserido
2)    – Eixos Norteadores
Aprender a aprender.
Valores: respeito, solidariedade, disciplina, coletividade.
Trabalho unificado – coletivo.
Criar para humanizar.
Compromisso
3)    – O Trabalho Pedagógico
Para refletir sobre a função social da escola nos referendou o texto “Escola: Projeto coletivo em construção permanente” (Proposta Curricular, 1999). O grupo conclui que é necessário um repensar  na organização político-pedagógica que permita:
1. Trabalhar valores culturais, morais e físicos;
2. Integrar elementos da vida social aos conteúdos trabalhados;
3. Compreender este aluno como um cidadão que deve ser um agente transformador da sociedade, além de crítico, responsável e participante.
A escola é uma instituição social com objetivo explícito: o desenvolvimento das potencialidades físicas, cognitivas e afetivas dos alunos, por meio da aprendizagem dos conteúdos (conhecimentos, habilidades, procedimentos, atitudes, e valores) que, aliás, deve acontecer de maneira contextualizada desenvolvendo nos discentes a capacidade de tornarem-se cidadãos participativos na sociedade em que vivem.
       Eis o grande desafio da escola, fazer do ambiente escolar um meio que favoreça o aprendizado, onde a escola deixe de ser apenas um ponto de encontro e passe a ser, além disso, encontro com o saber, com descobertas de forma prazerosa e funcional
4)    – Concepções
a) – De mundo: O mundo é o local onde ocorrem as interações homem-homem e homem-meio social caracterizadas pelas diversas culturas e pelo conhecimento. Devido à rapidez dos meios de comunicação e tecnológicos e pela globalização torna-se necessário proporcionar igualmente ao homem o alcance dos objetivos materiais, políticos, culturais e espirituais para que sejam superadas as injustiças sociais, diferenças, distinções e divisões na tentativa de se formar o ser humano. Isto será possível se a escola for um espaço que contribua para a efetiva mudança social.
b) – De sociedade: Pertencente a uma sociedade capitalista, competitiva baseada nas ações e resultados, por isso faz-se necessário construir uma sociedade libertadora, crítica, reflexiva, igualitária, democrática e integradora, fruto das relações entre as pessoas, caracterizadas pela interação de diversas culturas em que cada cidadão constrói a sua existência e a do coletivo.
c) – De homem: O ser humano, na atualidade, é competitivo e individualista, resultado das relações impostas pelo modelo de sociedade em vigor. No entanto, a luta deve ser por um homem social, voltado para o seu bem próprio mas, acima de tudo, para o bem estar do grupo do qual faz parte. O homem, que modifica a si mesmo pela apropriação dos conhecimentos, modifica também a sociedade por meio do movimento dialético “do social para o individual para o social”. Destarte, torna-se sujeito da história.
d) – Do conhecimento e da aprendizagem: O processo educacional deve contemplar um tipo de ensino e aprendizagem que ultrapasse a mera reprodução de saberes “cristalizados” e desemboque em um processo de produção e de apropriação de conhecimento e transformá-lo, possibilitando, assim, que o cidadão torne-se crítico e que exerça a sua cidadania, refletindo sobre as questões sociais e buscando alternativas de superação da realidade.
5) – O que entendemos por:
a) – Currículo: O currículo extrapola o “fazer” pedagógico abrangendo elementos como grade curricular, disciplinas, conteúdos e conhecimento. O currículo escolar representa a caminhada que a aluna ou o aluno faz ao longo de seus estudos, implicando tanto conteúdos estudados quanto atividades realizadas sob a tutela escolar.
A origem da palavra currículo – currere (do latim) – significa carreira. Neste sentido, conforme Gimeno Sacristán (1998): “A escolaridade é um percurso para os alunos, e o currículo é seu recheio, seu conteúdo, o guia de seu progresso pela escolaridade ” (p. 125).
b) – Planejamento: Para planejar, considerando as reflexões anteriores neste documento, o profissional deve mudar sua postura enquanto “homem” e “professor”. Primeiramente é preciso mudar a si próprio para, então, pensar em mudar os outros. Planejar significa, a partir da realidade do estudante, pensar as ações pedagógicas possíveis de serem realizadas no intuito de possibilitar a produção e internalização de conhecimentos por parte do educando. Além disso, o planejamento deve contemplar a possibilidade de um movimento de ação-reflexão-ação na busca constante de um processo de ensino-aprendizagem produtivo. Portanto, não cabe mais uma mera lista de conteúdos. Deve-se dar ênfase as atividades pedagógicas; o conteúdo em sala de aula será resultado da discussão e da necessidade manifestada a partir do conhecimento que se tem do próprio estudante. Logo, de posse de alguns dados referentes ao conhecimento internalizado pelo educando, passa-se a reflexão e discussão sobre os conhecimentos historicamente sistematizados. Essa forma permite que professor e aluno avancem em seus conhecimentos e se constituam como sujeitos reflexivos. A escola deve elaborar, por disciplina, aqueles conteúdos necessários pertinentes a cada série que serão o ponto de partida.
“É preciso lembrar que a contextualização deve ser vista como um dos instrumentos para a concretização da idéia da interdisciplinaridade e para favorecer a atribuição de significados pelo aluno no processo de ensino e aprendizagem” (Orientações Curriculares para o Ensino Médio, página 95).
c) – Objetivos do Planejamento: Conhecer o aluno, observar e categorizar as suas necessidades e a partir desta constatação, pensar em um planejamento concreto que faça a relação das vivências para o conhecimento científico.
d) – Atividades de planejamento:
1. Estabelecer períodos para observar o “conhecimento prévio do aluno” (2 semanas, após o inicio do ano letivo) – Período de sondagem.
2. Reunião por área: aproximar as disciplinas curriculares, professores, equipe pedagógica, construindo propostas interdisciplinares em diferentes níveis;
• Agendar momentos no calendário escolar para planejar por série, fases e disciplina.
3. Organizar projetos pedagógicos que envolvam todos os segmentos da escola, com a participação da comunidade.
• Planejamento por projetos e atividades de ensino.
4. Reunião Geral, para planejar as questões pedagógicas e administrativas.
• Formação continuada.
e) – Avaliação: A avaliação merece um destaque a parte, pois diz respeito a um processo mais amplo e abrangente que abarca todas as ações desenvolvidas na ação pedagógica, assim como todos os sujeitos envolvidos. Portanto, deve estar claro para aquele que avalia que ele também é parte integrante do processo avaliativo uma vez que foi o responsável pela mediação no processo de ensino-aprendizagem. Logo, quando se lança o olhar para avaliar alguém ou alguma ação no âmbito da instituição escolar, lança-se também o olhar sobre si próprio. Ao avaliar deve-se ter em mente o processo como um todo, bem como aquele a quem se está avaliando.
De acordo com a LDB/1996 a verificação do rendimento escolar observará os seguintes critérios:
a)    Avaliação contínua e cumulativa do desempenho do aluno, com prevalência dos aspectos qualitativos sobre os quantitativos e dos resultados ao longo do período sobre os de eventuais provas finais;
b)    Obrigatoriedade de estudos de recuperação, de preferência paralelos ao período letivo, para os casos de baixo rendimento escolar, a serem disciplinados pelas instituições de ensino em seus regimentos;
Sendo assim, a Escola “Daniel Martins Moura” adota o sistema de avaliação reflexiva para o ensino fundamental, uma vez que esta modalidade trabalha por ciclos de formação humana, emitindo relatórios semestrais do educando. Já para o Ensino Médio, a avaliação acontece da seguinte maneira: prova escrita com peso 8.0 (oito) e 02 (dois) pontos de conceitos que tem critérios adotados por cada área de conhecimento.
A recuperação paralela, prevista em lei ajuda a reelaborar os conceitos que por ventura não foram apropriados por alguma razão e que novas oportunidades de recuperação devem ser oferecidas, não restringindo apenas no sentido de realizar mais uma prova. Estas novas oportunidades deverão estar devidamente registradas no diário de classe e devem ser lembradas por todo educador que é um direito do aluno.  Portanto o trabalho do professor é fundamental na condução do processo. É função docente estar atento a esta questão.
6 – Problemas  elencados quando da elaboração do P.P.P.
·        Falta de participação da família no processo educacional;
·        Falta de agente de pátio;
·        Deficiência na aprendizagem dos alunos, especialmente na leitura e escrita;
·        Professores desatualizados;
·        Trabalho individualizado e isolado;
·        Falta de determinados profissionais (assistente social, psicólogos, articuladores por disciplinas);
·        Problemas na avaliação e recuperação paralela;
·        Contra-valores (passa a ser regra o contra-valor como: desrespeito, deseducação, grosseria, violência, etc.)
7. Metas
·        .Buscar o comprometimento e participação dos pais/responsáveis na educação escolar;
·        Encaminhar a SEDUC um projeto visando à contratação de um agente de pátio para auxiliar na disciplina e na preservação do patrimônio escolar
·        Ministrar aulas de apoio pedagógico, com a articuladora, aos alunos com dificuldades em Língua Portuguesa.
·        Encontros mensais com os professores por área de conhecimento para trocas de experiências no intuito de sanar as dificuldades de leitura e escrita.
·        Promover cursos, palestras e oficinas visando a atualização dos docentes, especialmente no que diz respeito às TICs.
·        Promover a integração dos docentes através de projetos interdisciplinares, dos encontros por área do conhecimento.
·        Encaminhar aos órgãos competentes projetos solicitando profissionais (assistente social, psicólogos, articuladores por disciplinas) para auxiliar na formação e educação dos alunos visando uma melhor aprendizagem.

One thought on ““Uma aula de história”

  • quarta-feira, 2 de janeiro de 2013 em 10:52
    Permalink

    procuro um aluno da escola daniel no ano de 1991 a 1993 ele foi do curso propedeutico so sei seu primeiro nome que é gilmar ele é alto com pele clara gostaia muito de encontra-ló

Fechado para comentários.